Cultura Viva Comunitária na próxima segunda-feira em debate no ABC

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por | novembro 24, 2015 · 2:39 pm

Amanhã!

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por | agosto 17, 2015 · 4:34 pm

Momento Tira-Dúvidas PROAC

No próximo dia 18, Antonieta Jorge Dertkigil, diretora do PROAC na Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo virá à Santo André contar o que há de novo no Edital do PROAC. O Espaço Gambalaia abre suas portas às 19h para nos receber neste momento de construção de projetos culturais para o ABC.

Compareçam!

Tragam suas ideias!

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Cartografia Cultural do ABC recebe cientistas sociais nesta terça-feira

FLYER

O Projeto Cartografia Cultural do ABC recebe nesta terça-feira, 31 de março, os cientistas sociais Luís Eduardo Tavares (doutorando no PEPG-PUCSP) e Miguel de Castro Perez (Gestor cultural e diretor da Serralheria) para debater os limites e potencialidades da cartografia digital colaborativa a partir de duas iniciativas de mapas digitais.

O encontro, aberto a todos os interessados, acontecerá no Campus de Santo André da Universidade Federal do ABC, UFABC, na Avenida dos Estados, 5001.

Cartografia Cultural do ABC é um projeto a ser construído a partir de debates entre coletivos do ABC. A Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal do ABC irá alocar recursos para bolsistas e outros pequenos gastos para a construção da base cartográfica, de um site e levantamento de dados. A construção do projeto se dará a partir de encontros temáticos entre coletivos e produtores culturais e gestores de cultura. Esses encontros serão momentos privilegiados para potencializar diálogos e trocas, estabelecer novas possibilidades para a cartografia e, principalmente, debater alternativas para a continuidade do projeto de modo que o mapeamento não seja um retrato de 2015, mas que seja alimentado continuamente.

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CARTA ABERTA AO PREFEITO CARLOS GRANA

Atentos aos fatos que ocorreram na Secretaria de Cultura e Turismo nas últimas semanas, vimos a público nos manifestar, primeiramente, sobre o balanço de atividades que o senhor ex-secretário diz ter executado:

  1. Criação da Pinacoteca Municipal: na realidade o que foi criado no prédio da Secretaria da Cultura foi mais um espaço para exposição sem dimensões suficientes para expor grandes obras, como a que temos no acervo municipal e sem adequações climáticas ou reserva técnica para conservação das obras de arte desse acervo. Além disso, o munícipe perdeu a biblioteca de periódicos, um dos espaços mais utilizados da Biblioteca Nair de Lacerda;
  2. Instalação do Espaço de Exposições Fotográfica – João Colovatti: sem retirar a importância deste fotógrafo para a cidade, o espaço apresenta uma série de inadequações no que se refere à sua localização, dimensão e condições técnicas de iluminação e suporte para as exposições;
  3. Restauração do Museu de Santo André; Restauração da Casa do Olhar e Restauração da Casa da Palavra: não houve restauro, apenas pintura;
  4. Restauração do Teatro Municipal: intervenção bastante questionada, a obra realizada retirou elementos de absorção do som projetados para o edifício. Além disso, a obra foi realizada sem profissional especializado em restauro;
  5. Criação do espaço permanente – Memória de Santo André: mais um espaço implantado sem as condições necessárias para a fruição e que reduz a importância do Museu de Santo André como espaço de pesquisa e memória da cidade;
  6. Restauração da Concha Acústica (Que foi retirada a cobertura, sem o conhecimento da Secretaria de Cultura): não foi um restauro, mas um remendo para encobrir a retirada desastrosa da cobertura da concha acústica;
  7. Restauração dos Monumentos da cidade: não foi um restauro, e sim o uso de tinta óleo para recobrir as esculturas da cidade e uma tentativa frustrada de retirar a tinta depois de muitas críticas realizadas. Muitas de nossas esculturas ainda estão com restos de tinta à espera de um restauro;
  8. Adequação e reforma dos espaços da Biblioteca Municipal: nossa biblioteca municipal perdeu espaços, como dizemos anteriormente, para atender caprichos do então secretário na criação de mais um espaço (inadequado) de exposições;
  9. Criação da Agenda Cultural da cidade: a agenda sempre existiu, não foi criada agora, porém, o que temos tem uma apresentação gráfica muito ruim;
  10. Monumento ao Trabalhador – Tomie Ohtake: até onde foi divulgado, esta obra foi um presente do Sindicato dos Metalúrgicos de Santo André e não uma ação da Prefeitura. Ao mesmo tempo, vale destacar, que a localização da escultura foi uma sugestão do movimento social, já que o então secretário queria coloca-la em local inadequado que destruiria a amplitude da Praça IV Centenário.

Ao mesmo tempo, gostaríamos de destacar que a desastrosa atuação do então secretário reduziu fortemente o setor de formação cultural nas EMIA’s, EMIA-Cidade e Escolas Livres, tanto em quantidade como em qualidade, sem dar alternativas para os moradores da cidade de experimentar ou aprofundar conhecimentos em arte e cultura.

Nesse sentido, consideramos que o momento atual em que há a necessidade de se buscar nomes para compor um novo gabinete para a Secretaria de Cultura e Turismo, a Prefeitura de Santo André deve retomar as propostas aprovadas no Plano de Governo 2012/2016, criando mecanismos para a elaboração, de forma participativa, do Plano Municipal de Cultura e a reformulação do Conselho Municipal de Cultura, garantindo, definitivamente, a inserção do município no Sistema Nacional de Cultura.

ASSINE AQUI

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Gestão Cultural do CPF/Sesc

Nosso amigo Neri Silvestre foi aprovado para participar de o curso de Gestão Cultural do CPF/Sesc, SP. Parabéns Neri. Precisamos agora arrecadar recursos para o pagamento do curso de modo que, brevemente, ele possa multiplicar os novos conhecimentos para nós.

Vamos colaborar!

Vamos compartilhar!

 

Para colaborar, clique AQUI

 

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1º Congresso Latinoamericano de Gestão Cultural – dilemas do movimento

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por | abril 25, 2014 · 1:47 pm